Segundo Lavrov, tal medida seria uma continuação dos esforços de Pequim para resolver a crise ucraniana. “Compartilhamos a posição (da China) de que as causas profundas devem ser abordadas primeiro e os interesses legais de todas as partes devem ser protegidos, com acordos subsequentes baseados no princípio de segurança igual e indivisível”, disse Lavrov na


Segundo Lavrov, tal medida seria uma continuação dos esforços de Pequim para resolver a crise ucraniana.

“Compartilhamos a posição (da China) de que as causas profundas devem ser abordadas primeiro e os interesses legais de todas as partes devem ser protegidos, com acordos subsequentes baseados no princípio de segurança igual e indivisível”, disse Lavrov na entrevista à RIA, segundo para Reuters e Agerpres.

“Deixe-me sublinhar mais uma vez que isto envolve respeitar as realidades no terreno, que reflectem a vontade das pessoas que ali vivem”, acrescentou.

A Rússia tem apelado repetidamente a negociações com a condição prévia de que o Ocidente e Kiev reconheçam os seus ganhos territoriais na Ucrânia. Kiev rejeitou estas propostas.

Na entrevista, Lavrov criticou os Estados Unidos pela ajuda dada à Ucrânia e disse que Washington se tornou “cúmplice dos crimes do regime de Kiev”.

A Rússia vê o fornecimento de F-16 com capacidade nuclear à Ucrânia pelo Ocidente como uma “acção sinalizadora” da NATO no domínio nuclear. “Eles estão tentando nos dizer que os Estados Unidos e a OTAN não ficarão à margem de nada na Ucrânia”, disse o ministro das Relações Exteriores russo.

“No entanto, esperamos que os exercícios russo-bielorrussos sobre o uso de armas nucleares não estratégicas, que estão agora em curso, despertem de alguma forma os nossos oponentes para a realidade, lembrando-os das consequências catastróficas de uma nova escalada nuclear”, disse ele. Lavrov.

Neste contexto, disse também que a Rússia poderia tomar medidas na área da dissuasão nuclear se os Estados Unidos implantassem mísseis de curto e médio alcance na Europa e na Ásia.

Em relação ao Médio Oriente, Lavrov declarou que os Estados Unidos também estão a “alimentar as chamas do conflito”.

Editor: IC

Atualizado em by Tom McIlroy
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