No início de Maio, as conversações indirectas entre Israel e o movimento islâmico palestiniano Hamas, através do Qatar, do Egipto e dos Estados Unidos, para discutir a libertação dos reféns israelitas e um cessar-fogo, terminaram em fracasso. Para Benjamin Netanyahu, a prioridade era a ofensiva de Rafah, que deveria pôr fim decisivo ao Hamas. A

No início de Maio, as conversações indirectas entre Israel e o movimento islâmico palestiniano Hamas, através do Qatar, do Egipto e dos Estados Unidos, para discutir a libertação dos reféns israelitas e um cessar-fogo, terminaram em fracasso. Para Benjamin Netanyahu, a prioridade era a ofensiva de Rafah, que deveria pôr fim decisivo ao Hamas.

A tendência evoluiu em Telavive, num contexto de recriminações por parte da comunidade internacional e de fracturas no seio do gabinete de guerra. E em Israel, as manifestações para obter a libertação dos 121 reféns que permanecem em Gaza não enfraquecem. “Há intenção de retomar as discussões esta semana” e “há um acordo” sobre este ponto, disse este responsável à AFP sob condição de anonimato, já que a semana em Israel começa no domingo.

O funcionário não forneceu mais detalhes sobre o acordo, mas a mídia israelense informa que o chefe do Mossad, David Barnea, chegou a um acordo com o diretor da CIA, Bill Burns, e o primeiro-ministro do Catar, Mohammed bin Abdelrahmane Al-Thani, durante uma reunião em Paris sobre um novo quadro de negociações. .

Fonte: Agências de Notícias

Atualizado em by Thomas Kucera
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