Yoon da S.Korea diz que as provocações da N.Korea estão se tornando mais agressivas

Yoon da S.Korea diz que as provocações da N.Korea estão se tornando mais agressivas

SEUL – O presidente sul-coreano Yoon Suk-yeol disse no domingo que a Coreia do Norte está conduzindo provocações mais “agressivas” com base na confiança em seus programas nucleares e de mísseis, pedindo uma forte cooperação com os Estados Unidos e o Japão.

Yoon estava discursando em uma reunião com o presidente dos EUA, Joe Biden, e o primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, à margem de uma cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) em Phnom Penh, Camboja.

“A Coreia do Norte está conduzindo provocações mais hostis e agressivas com base na confiança em suas capacidades nucleares e de mísseis”, disse Yoon em comentários transmitidos pela televisão sul-coreana.

Em uma reunião bilateral separada com Biden , Yoon enfatizou a necessidade de fortalecer a dissuasão estendida contra as crescentes ameaças da Coreia do Norte, e disse que eles deveriam mostrar a Pyongyang que não ganharia nada com seus programas nucleares e de mísseis, de acordo com o escritório de Yoon. testando mísseis em um ritmo sem precedentes este ano, incluindo um possível lançamento fracassado de míssil balístico intercontinental (ICBM) no início deste mês, em um momento de crescentes temores de que Pyongyang possa estar se preparando para seu primeiro teste de um dispositivo nuclear desde 2017.

Também foi discutida na reunião bilateral de domingo a reforma do crédito tributário para veículos elétricos (VE) dos EUA, sob a qual novas regras entrarão em vigor em 1º de janeiro de 2023.

Biden disse que a grande contribuição das empresas sul-coreanas para a economia dos EUA deve ser considerada ao implementar as novas regras, de acordo com o escritório de Yoon.

A Coreia do Sul disse que a nova lei pode violar normas comerciais, como o acordo de livre comércio EUA-Coreia do Sul, e tem buscou um período de carência de três anos para permitir que as montadoras coreanas continuassem recebendo incentivos para veículos elétricos nos Estados Unidos. — Reuters

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